Como combinar o amor pela bolinha amarela, pelo esforço e pelas praias arenosas sob o sol?

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Jogando beach tennis, é claro! Pelo menos é assim que vemos no Tennis-Club Chamblon, onde um núcleo duro se formou em torno da variante de verão. Retornando do Brasil, onde descobriu a modalidade em 2012, Patrick Thomet rapidamente convenceu alguns de seus amigos a embarcarem na aventura. Motivado, Quentin Pellaux encomendou o equipamento necessário e, no final do verão passado, os Nord-Vaudois começaram a treinar nas quadras de beach tennis de Rives du Lac, em Yverdon. “Vários conhecidos nossos vieram fazer o teste”, diz Patrick Thomet. Agora somos cerca de vinte jogadores jogando.

Treinamos duas a três vezes por semana.” Além das horas dedicadas ao tênis tradicional, claro. Isso porque as pessoas não fazem as coisas pela metade. Os mais interessados, a maioria deles com trinta e poucos anos, adquiriram seu próprio equipamento. Cinco deles já começaram a competir desde o mês passado. “Mantivemos tudo simples, começando com um pequeno torneio internacional em Lugano”, brinca Alain Jancek, vice-presidente do TCC.

“Não sabíamos o que esperar, mas os nossos dois pares passaram na qualificação”, acrescenta Patrick Thomet. Esses dois ainda completaram mais uma volta, enfrentando então o ex-campeão mundial, o italiano Paolo Tronci, hoje número 16 da ITF… O suficiente para perceber que o trabalho necessário para a integração não seria -o que o top-200 mundial. Porque o ténis de praia não é apenas mergulhar de cabeça na areia num ambiente digno das mais belas praias italianas.

“É um jogo com mais toque que o tênis, com trajetórias mais arredondadas”, explica Patrick Thomet. “Na verdade, taticamente, está bastante próximo do badminton, tecnicamente do tênis e, do ponto de vista das viagens, do beach tennis”, resume Alain Jancek. Alguém que já praticou um esporte de raquete logo se diverte.”