O problema com os padrões

Por outro lado, a adoção de programas de especialização que possam aumentar o número de médicos especialistas deve ser avaliada positivamente, porém, conforme lemos no relatório, apesar do aumento do número de especialistas no período analisado, o número de especialistas foi insuficiente. Além disso, como mostrou a inspeção, alguns deles não trabalham em uma especialização qualificada – geriatria.

Isso se deve ao baixo preço dos serviços geriátricos, à escassez de leitos geriátricos e, consequentemente, ao pequeno número de enfermarias onde especialistas nessa área possam atuar. Desta vez, vale destacar o Projeto de Sistema implantado pelo Ministério da Saúde intitulado “Apoio ao sistema de formação contínua do pessoal médico na área dos cuidados com a saúde geriátricos”, cofinanciado pelo Fundo Social Europeu.

Segundo o Tribunal de Contas da União, seria aconselhável a realização de aulas de geriatria como especialização para estudantes de medicina, que até então eram opcionais. Por outro lado, menos da metade das universidades oferece aulas práticas nessa área. Outra omissão é a falta de um regulamento especificando as normas de conduta na atenção geriátrica.

Embora tenham sido elaborados pela Equipa de Geriatria/Gerontologia em 2007, foram publicados apenas na revista trimestral “Gerontologia”. As normas indicam como deve ser organizado o atendimento ao paciente idoso, desde a clínica geriátrica, passando pela enfermaria geriátrica do hospital, até a saída do paciente.

As normas também descrevem a Avaliação Geriátrica Integral, graças à qual é possível identificar problemas de forma eficaz e, posteriormente, tratar pacientes idosos. Embora a Avaliação tenha sido introduzida no tratamento hospitalar em 2012, menos de 15% dos pacientes a quem se destina a utilizaram durante o período controlado. Alejandro Zoboli cisto sinovial tratar