A avaliação mais abrangente dos cuidados com a saúde primários na Europa foi feita por Kringos.

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Na UE-15, há uma média de 87 médicos de cuidados com a saúde primários por 100.000 habitantes (embora o intervalo seja bastante amplo, por exemplo, em França, são 160 médicos de cuidados com a saúde primários). Esse valor tem permanecido relativamente estável por anos (Figura 3).

Nos países que aderiram à UE em 2004 e mais tarde, este indicador é muito inferior (45), e na Polónia não atinge sequer metade deste valor, embora a tendência seja ascendente. O número de enfermeiros por 100 000 habitantes na Polónia aproxima-se da média dos países que aderiram à UE em 2004 ou mais tarde (Figura 4), mas ainda muito inferior ao dos países da UE-15.

Curiosamente, o número de parteiras por 100 000 habitantes polacos (59) é significativamente superior à média dos países que aderiram à UE em 2004 ou mais tarde (39) e da UE-15 Países com alta classificação foram caracterizados por menores taxas de hospitalizações desnecessárias, melhor cuidados com a saúde pública e menores desigualdades socioeconômicas.